3 de setembro de 2019

A visão do CRISTO GLORIFICADO


Texto:

E no meio dos sete castiçais um semelhante ao Filho do homem, vestido até aos pés de uma roupa comprida, e cingido pelos peitos com um cinto de ouro. Ap 1.13

Introdução

Aproximadamente no ano 95 D.C.  e com a idade aproximada de 85 anos João foi decretado à morte por Tito Flavio Domiciano (Imperador de Roma) sendo lançado em um caldeirão de azeite fervente, mas como não morreu foi levado à ilha de Patmos, uma colônia penal romana, a fim de morrer pelos animais selvagens dali. A ilha era vulcânica, inóspita e praticamente desabitada. Mas o propósito de Deus era outro com João naquele lugar.
João está isolado, banido, preso, com os pés no vale, mas a cabeça no céu. Seu cativeiro tornou-se lhe a porta do céu.
João descreve a razão de estar naquele lugar: “estava na ilha de Patmos, por causa da palavra de Deus e pelo testemunho de Jesus Cristo.” Ap. 1:9

  • A ilha do exílio transforma-se em porta do céu.
  • Em Patmos ele enfrentou a dor do exilio, mas em espirito ele entrou na sala do trono.
  • Em Patmos nós sofremos, mas em espirito, nós reinamos!
  • Apocalipse não é a revelação de João, mas a Revelação de Jesus a João.


- A visão gloriosa de João.

O apostolo tem a visão do Cristo Glorificado porquê não tirou os olhos do Cristo crucificado. No dia da crucificação João é único apostolo que fica até a morte do Mestre Amado.
João foi o único discípulo a ficar com Jesus até a sua morte na Cruz, vendo todas as cenas daquele fatídico dia. Viu exatamente o Cristo apresentado por Isaias no capitulo 53. Deixa-me comparar as visões dos dois momentos importantes na vida de João.

João descreve oito partes do corpo de Jesus e tenta de maneira comparativa descrever o que ele está vendo. VEJAMOS:

Suas Vestes. Ap 1:13
  • Na cruz: João vê um Jesus despido e todo machucado com 468 cortes nas costas.
  • Na visão: “vestido até aos pés de uma veste comprida e cingido pelo peito com um cinto de ouro.”
  • Simbolismo: Fala de Cristo como Sacerdote e Rei. Ele nos conduz a Deus e reina nobre nós.



Sua Cabeça. Ap 1:14a
  • Na cruz: Jesus usava uma coroa de espinhos, com os cabelos cheios de sangue.
  • Na visão: “E a sua cabeça e cabelos eram brancos como lã branca, como a neve”
  • Simbolismo: Fala da Sua divindade, da sua santidade e da sua eternidade. A cabeça alva é símbolo de honra.



Seus Olhos. Ap 1:14b
  • Na cruz: Jesus estava com os olhos inchados e avermelhados da noite sem dormir e do suplício que havia passado.
  • Na visão: “e os seus olhos como chama de fogo;”
  • Simbolismo: Fala da sua onisciência que a tudo vê e perscruta.



Seus Pés. Ap 1:15a
  • Na cruz: Jesus estava com os pés pregados e ensanguentados.
  • Na visão: “E os seus pés, semelhantes a latão reluzente, como se tivessem sido refinados numa fornalha;”
  • Simbolismo: O bronze reluzente fala de força e estabilidade. Pois está escrito: “Convém que Ele reine até que ponha todos os seus inimigos debaixo dos seus pés” (1Co 15:23)



Sua Voz. Ap 1:15b
  • Na cruz: Rouca, embargada pelas dores
  • Na visão: “e a sua voz como a voz de muitas águas.” “As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me seguem;” (Jo 10:27) SALMOS 29 FALA SOBRE A VOZ
  • Simbolismo: Fala do poder irresistível da sua Palavra. A voz de Cristo detém a última palavra.



Suas Mãos. Ap 1:16a
  • Na cruz: Jesus tinha pregos em suas mãos
  • Na visão: “E ele tinha na sua destra sete estrelas;”
  • Simbolismo: A mão direita é a mão da ação, com a qual age e governa.



Sua Boca. Ap 1:16b
  • Na cruz: Jesus estava com a boca seca, com a língua colada ao céu da boca, por muita sede.
  • Na visão: “e da sua boca saía uma aguda espada de dois fios;”
  • Simbolismo: Fala da sua arma tanto de combate. É a única arma de guerra usada por Cristo.



Seu Rosto.  Ap 1:16c
  • Na cruz: Jesus estava com o rosto desfigurado. “Não tinha beleza nem formosura e, olhando nós para ele, não havia boa aparência nele” (Is. 53:2)
  • Na visão: “e o seu rosto era como o sol, quando na sua força resplandece.”
  • Simbolismo: A luz de do Sol supera a luz dos candeeiros. A luz que vem dos candeeiros (igreja) emana Daquele que está entre eles. O fogo dos candeeiros emana do brilho do Rosto de Cristo. Estar no meio dos candeeiros é estratégico para garantir o brilho dos candeeiros.


- A reação de João é de rendição ao contemplar o Cristo Glorioso. (Ap 1:17)
Existe alguns pontos a serem elencados na reação de João.

  1. Cai è João sabe o que aconteceu. Embora arrebatado em espirito não lhe fora tomada a consciência.
  2. aos seus pés è João não cai para traz. Ele conscientemente se rende aos pés daquele que merece adoração.
  3. como morto è João está dizendo que perdeu seus sentidos, embora consciente do que está acontecendo ele não consegue falar, andar ou fazer qualquer outra coisa.


- A contrarreação de Jesus é de conforto e consolo.

Observemos o que Jesus faz:

  1. ele pôs sobre mim a sua destra è Jesus conforta João com a amparo de Sua mão, mão esta que está com as estrelas, Jesus está dizendo a João que mesmo com as mãos ocupadas com as estrelas Ele pode amparar a João.
  2. dizendo-me: Não temas; eu sou o Primeiro e Último e o que vive; fui morto, mas eis que estou vivo para todo sempre. E tenho as chaves da morte e do inferno è Jesus conforta com suas palavras dizendo que Ele é o início e o fim, que Ele começa e Ele termina. Reafirma que está vivo e que nunca perdeu o controle da história.
  3. O mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete castiçais de ouro è Jesus revela o mistério das estrelas e dos castiçais.  


O Livro fala de 7 candeeiros, 7 estrelas, 7 selos, 7 cabeças, 7 chifres, 7 montanhas. Sete é um número completo. A referência ao número sete simboliza a totalidade. Jesus está dizendo que todas as igrejas e todos os pastores estão sob seu controle e atividade. E que ele tem o controle sobre as estrelas e está em atividade na igreja, pois está no meio delas.

Conclusão

João viu o Cristo Glorificado no meio dos sete castiçais. Porém ele viu primeiro os sete candeeiros, a plenitude da igreja na terra, e só depois viu o Cristo Glorificado na igreja. O texto está dizendo que ninguém verá o Cristo da Glória fora da igreja. A salvação é por meio de Jesus, mas ninguém poderá ser salvo sem fazer parte da igreja que é a noiva do Cordeiro. Cristo valoriza tanto Sua igreja que Ele se dá a conhecer no mio dela e não à parte dela. 

Pr. Alexandre Pitante

6 de agosto de 2019

Os Portadores da Presença de Deus

Texto:
Disse Josué também ao povo: Santificai-vos, porque amanhã fará o Senhor maravilhas no meio de vós. (Js 3.5)

Introdução

Há momentos na nossa vida que somente um milagre para solucionar o problema que enfrentamos. O momento era difícil, Josué acabou de assumir a liderança dos Hebreus e tinha um desafio enorme, atravessar o Jordão num período de chuvas, consequentemente, o Jordão com correntezas enormes. Mas para quem já havia aberto o um grande MAR, o que seria abrir um rio. Afinal, o Deus todo PODEROSO também é todo AMOROSO e não deixaria seus filhos sem amparo.

Porém Deus faz exigências a Josué para que eles vivam esse milagre.

Definição de milagre: é uma intervenção DIVINA que espanta os olhos, em que Deus dá testemunho Dele mesmo. Mas também é uma sinal. Porque tudo o que Deus faz sinaliza para algo maior. (A derrubada de Jericó)

Quais as exigências que Deus fez a Josué?


1. A santificação posicional – v.5
  • A santificação é hoje, o milagre e amanhã.
  • A santificação não só atrai o milagre, mas também a presença de Deus.
  • A santificação é um processo, a 4ª obra da graça.
  • A soberania de Deus não anula a responsabilidade do homem.

2. A presença da Arca da Aliança a frente do povo – v.3 (a arca era símbolo da presença de Deus)
  • A direção é dada pela presença de Deus. “para que saibais o caminho pelo qual haveis de ir; porquanto por este caminho nunca passastes antes.” Js 3.4
  • A presença de Deus é a garantia do milagre. Ex 33.14,15
  • A arca seria levantada pra que todos vejam e se fiem nela, pois: “Nisto conhecereis que o Deus vivo está no meio de vós” Js 3.10

3. Que os levitas parassem com os pés na correnteza – v.15
  • Não há uma palavra de ordem por parte dos levitas, somente obediência.
  • O rio teve que respeitar os portadores da presença de Deus.
  • A obediência atrai o favor de Deus.
  • Deus fez um muro invisível no meio do rio, mas também fez parar a fonte da água.


Conclusão

Esses homens com certeza sentiram muito medo de olhar para tanta água e terem que ir em direção dela confiando em uma PALAVRA; “o rio vai parar”. Suas mãos estavam ocupadas carregando a Arca, mal sabiam eles que estavam carregando seu próprio amparo a Presença de Deus.

Os revezes da vida não respeitam palavras de ordem e sim HOMENS OBEDIENTES QUE SEJAM PORTADORES DA PRESENÇA DE DEUS, à estes as grandes tempestades não resistem.

Pr. Alexandre Pitante

11 de julho de 2019

INTEGRIDADE

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...até que eu expire, nunca apartarei de mim a minha integridade (Jó 27:5).

INTEGRIDADE

Jó entrou na prova por causa dela (Jó 1.8), manteve-se na prova também por causa dela (Jó 27.5), e saiu por causa dela (Jó 42.7-10).
A integridade de Jó foi a razão pela qual Deus permitiu o diabo lhe atacar, primeiro nos bens e depois no corpo (Jó 1.13-19, Jó 2.7). Deus conhecia a integridade de Jó.
A integridade de Jó foi a razão pela qual ele manteve-se firme em meio a prova; os seus lábios destilavam integridade: “Ainda que ele me mate, nele esperarei;” (Jó 13.15).
A integridade de Jó foi a razão pela qual saiu da prova. Se tinha uma coisa em Jó que Deus tinha prazer era em sua integridade (Jó 42.7-10).

ENTENDA

Você pode ser provado porque é INTEGRO, mas manter-se-á na prova pelo mesmo motivo e, sobretudo sairá porque sua INTEGRIDADE manteve-se intacta durante todo o processo.

Quando a INTEGRIDADE mantem-se intacta durante o processo você passa a viver um nível de benesses que nunca viveu.

“E assim abençoou o Senhor o último estado de Jó, mais do que o primeiro; pois teve catorze mil ovelhas, e seis mil camelos, e mil juntas de bois, e mil jumentas” (Jó 42:12).
Que Deus levante homens e mulheres íntegros, que não se moldem a conveniência e o sistema deste mundo.

INTEGRIDADE JÁ!

Pr. Alexandre Pitante.

10 de julho de 2019

A Fidelidade de Daniel, Ananias, Mizael e Azarias


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Texto:

E Daniel propôs no seu coração não se contaminar com a porção das iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; portanto pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não se contaminar (Dn 1.8).
Fidelidade não é só um fruto do Espírito (Gl 5.22), mas um posicionamento, uma decisão.

Vejamos as qualidades da fidelidade de Daniel e seus amigos em terras estranhas:
       
       1- Fidelidade Posicional (Dn 1.8)
  •        É a identidade que não se molda e não se deixa ser moldado pelos padrões deste mundo.
  •        É a decisão espontânea de servir a Deus.

2- Fidelidade Consolidada (Dn 1.5)
  • É a fidelidade manifestada em qualquer lugar, pelo tempo que for.
  • A estratégia do diabo é descaracterizar a cultura do reino que há em você, tentando imprimir-lhe a cultura das trevas.

3- Fidelidade Reconhecida (Dn 1.17)
  • É a Graça de Deus manifestada sobre a vida dos fiéis.
  • Aos que mantiveram-se fieis Deus deu conhecimento e inteligência.

4- Fidelidade Convicta (Dn 1.12)
  • É a certeza no Deus que crê.
  • Esse comportamento está pronto para qualquer desafio. (três jovens Dn 3.17-18).

5- Fidelidade Misericordiosa e Humilde (Dn 2.24,27,28,30)
  • A fidelidade requerida por Deus é aquela que pensa no próximo, Daniel diz: “não mates os sábios da babilônia”.
  • Fidelidade que se sente acima daquilo que somos não é fidelidade é prepotência, Daniel diz: “não por ter eu mais sabedoria que qualquer outro vivente”.

6- Fidelidade Participativa (Dn 2.49)
  • A verdadeira fidelidade é aquela de deseja honrar os que te ajudaram para que você fosse honrado (Dn 2.17-18), e diz a bíblia: “a pedido de Daniel (Dn 2.49).
  • É aquela que entende nossa responsabilidade em todas as circunstâncias (Lc 15.9). Quem não participou perdendo não tem responsabilidade de procurar.

7-Fidelidade Mantenedora (Dn 3.24,25)
  • A nossa fidelidade nos manterá vivos (Dn 3.25), “o justo viverá por sua fidelidade (Hb 10.38)”. Quem se mantem fiel avança.
  • A fidelidade mantem vivos os que não se preocupam com a morte, “que confiaram nele e frustraram a ordem do rei, escolhendo antes entregar os seus corpos, do que servir ou adorar a deus algum, senão o seu Deus (Dn 3.28)”.

8- Fidelidade Irrepreensível (Dn 6.4,5)
  • Uma característica da fidelidade é a irrepreensibilidade. “Não puderam achar falta alguma nele, pois ele era fiel; não era desonesto nem negligente (Dn 6.4)”.
  • Viva de tal maneira que seus críticos tornem-se mentirosos. “Vivam entre os pagãos de maneira exemplar para que, naquilo em que eles os acusam de praticarem o mal, observem as boas obras que vocês praticam e glorifiquem a Deus no dia da sua intervenção (1 Pd 2.12)”.

9- Fidelidade Espiritual (Dn 6.10)
A oração de Daniel era:
  • RESERVADA “em casa, no seu quarto, no andar de cima”.
  • DIRECIONADA “onde as janelas davam para Jerusalém”.
  • HABITUAL “três vezes por dia ele se ajoelhava e orava”.


*Estão armando contra ti continue orando.
*Não gostam de você continue orando.

AFINAL,

*O que você faz no TEU QUARTO, NO ANDAR DE CIMA, E TRES VEZES AO DIA incomoda muita gente.
*Não altere sua vida de oração porque tem gente incomodado com aquilo que a ORAÇÃO TE FEZ.

APRENDA,

*O diabo não gosta de quem ora, e muito menos daqueles que fazem disso um modelo de vida.
*Os complôs contra sua vida não podem mudas os seus hábitos.

Conclusão

A Fidelidade que temos a Deus determina qual a profundidade do relacionamento que teremos com ELE. Daniel e seus amigos, Ananias, Azarias e Mizael mantiveram-se fieis por mais de 40 anos em terras estranhas. Estamos em terras estranhas, somos peregrinos e forasteiros neste mundo esperando a volta de Jesus para nos levar para a verdadeira pátria (Fp 3.20 – Hb11.16).

Pr. Alexandre Pitante

9 de julho de 2019

Subindo a escada da comunhão

Imagem relacionada Texto: “E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar. E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela (Gn 28.11,12)”.


Introdução

Jacó está fugindo de Esaú saindo de Berseba à Harã, uma viagem de 900 km. Uma viagem de aprox. dez dias, mas no primeiro dia o SENHOR aparece a Jacó em sonho e vai se inserir nessa jornada de vida.
Jacó está cansado da viagem e decide acampar num lugar chamado Luz que depois Jacó batiza-o de Betel, e é nesse lugar que tomando uma pedra faze-a de travesseiro dorme e sonha.


1. O pedra (travesseiro) (Gn 28.11)

  • A pedra inicia o processo e termina o processo.
  • Quantas vezes em momentos da nossa vida os travesseiros pareciam mais uma pedra.


2. O sonho (Gn 28.12)
  • O desconforto não impediu Jacó de sonhar. Deus não precisa de circunstâncias confortáveis pra lhe fazer sonhar.
  • O sonho era de Jacó, mas o desejo era de Deus.
  • Deus vai lhe fazer sonhar coisas que Ele quer pra sua vida.

 3. A apresentação de Deus (Gn 28.13)
  • Deus está estabelecendo um relacionamento com Jacó.
  • Deus se apresenta a Ja có como Deus de seu avô e de seu pai, mas queria ser o Deus dele.
  • Deus estava dizendo que com cada um deles teve um encontro pessoal, e queria ter com Jacó.
  • Com essa apresentação Deus dizia que era o Deus de pessoas falhas e queria ser o Deus do fugitivo Jacó.
  • DEUS QUER FALAR DE VOCÊ PARA SUAS GERAÇÕES.

 4. Os anjos (Gn 28.12)
  • Os anjos estão mostrando como se faz.
  • Tem algo interessante. Os anjos são do céu e deveriam descer e subir, mas a bíblia diz que subiam e desciam. Para mostrar a Jacó o exemplo.
  • Deus está dizendo: “Eu promovo o mecanismo até minha presença, mas o esforço da subida é teu Jacó.
  • Os anjos não só subiam como também não só desciam; subiam e desciam.
  • Deus está dizendo: “que não existe problema nenhum em descer. Desde de que o único caminho que façamos seja esse: Terra/Céu – Céu/Terra, pois é do Céu que devemos estabelecer os nossos negócios na terra”. Pois escrito está: “Seja feita a Tua Vontade assim na terra como no Céu”.

  5. A escada (Gn 28.12)
  • A escada não é de Jacó e sim de Deus, pois é o SENHOR quem está no topo.
  • A escada tem sua base na terra e seu topo no céu.
  • A escada é um mecanismo que Deus viabilizou para Jacó chegar até Sua presença.
  • A escada é um mecanismo de subida a presença de Deus e não de autopromoção.
  • Se você quer subir para ser visto ou autopromover-se, desça agora. Pois esse não é o objetivo da escada, e sim de relacionar-se com Deus.

  6. A promessa (Gn 28.14,15)
  • Deus sabia que Jacó estava em fuga, mas mesmo assim disse: “não te deixarei, até que haja feito o que tenho dito”.
  • A promessa de Deus é transcendente. Ela ultrapassa a lógica.

 7. O despertamento (Gn 28.16)
  • Quando Jacó acorda ele constata algo interessante, ele não diz: “que Deus estava aqui” ele diz: “Deus está aqui”.
  • Deus vai te levar à viver um nível de relacionamento que sinta ELE onde você está.
  • Deus vai te fazer senti-lo acordado em qualquer lugar.

 8. A confirmação da lembrança. (Pedra memorial) (Gn 28.18)
  • O que fez ele entrar nesse nível de relacionamento agora serve de lembrança.
  • Nunca esqueça-se dos mecanismo que Deus tem usado pra te fazer subir a escada da oração.
  • Pois escrito está: “Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atrai (Jr 31.3). Não joguem as pedras. Elas servirão de sinal para vocês. No futuro, quando os seus filhos lhes perguntarem: ‘Que significam essas pedras? Josué 4:6
  9. A oração (Gn 28.20-22)
  • Jacó pede direção; “se Deus for comigo”.
  • Jacó pede segurança; “e me guardar nesta viagem que faço”.
  • Jacó pede o que ele precisa pra sobrevier na viagem; “e me der pão pra comer e vestes para vestir”.
  • Quando aprendermos a viver com o que precisamos Deus nos dará o que não precisamos.
  • Deus deu a Jacó o que não pediu porque aprendeu a viver somente com o que necessitava.

Conclusão

Jacó ficou tão forte e resistente subindo e descendo escada que quando lutou com o Anjo no Vale do Jaboque o anjo não conseguiu vencê-lo. Deus quer que aumentemos nossas forças espirituais com o uso dessa escada do relacionamento com Ele, pois é impossível alguém que tenha comunhão com Deus e não tenha força espiritual.

Pr. Alexandre Pitante